quinta-feira, 14 de junho de 2018

Enfim! Vencemos por 2x0 e foi pouco


 O Botafogo terminou a 12ª rodada, última antes da parada para a Copa do Mundo, com 17 pontos e na 9ª colocação. A subida na tabela se deu após a vitória sobre o Atlético/PR, por 2x0, no Nilton Santos.

 Enfim uma vitória por mais de um gol de diferença. Enfim uma vitória sem maiores sustos, contra um time que estava na zona de rebaixamento. Enfim uma vitória daquelas que podemos chamar de convincentes. Enfim uma partida sem nos irritarmos com o nosso setor direito. Vencemos por 2x0 e poderia ter sido por muito mais, diante da grande quantidade de chances não aproveitadas.

 O time hoje entrou em campo com Luis Ricardo na lateral direita e ele foi bem superior ao que seu companheiro de posição vinha apresentando nos últimos jogos. O zagueiro Yago e o volante Matheus Fernandes tiveram grandes atuações. Léo Valencia se movimentou bem. Kieza não esteve numa noite inspirada, desperdiçando algumas oportunidades boas de gol.

 Para que não digam que só falamos de arbitragem após resultados ruins, hoje tivemos um lance na área adversária no 1º tempo, com o zagueiro empurrando Kieza e nada foi marcado. Lembrando que contra o Bahia, em jogada na nossa área, um zagueiro deles derrubou o nosso atacante e foi marcado pênalti para o time adversário.

 O Botafogo fez um bom 1º tempo, apertando a marcação e criando diversas oportunidades. Aos 6 minutos, em contra-ataque, a bola foi tocada da direita para a entrada da área, com Léo Valencia chutando fraco e o goleiro defendendo. Aos 8, Luis Ricardo cruzou e Pimpão cabeceou para fora. Aos 13, Matheus Fernandes chutou da entrada da área e o goleiro defendeu com facilidade.

 A equipe adversária chegou somente aos 28, em chute de longe, com Jefferson defendendo. Aos 30, um jogador paranaense atrasou mal, Kieza ficou com a bola, chutou cruzado dentro da área e a bola foi para fora. Aos 32, a bola foi tocada da direita para o miolo da área, Kieza chutou, o goleiro salvou, o próprio Kieza pegou o rebote, tocou para Lindoso, que chutou, a bola bateu na mão de um adversário e o juiz marcou o pênalti. Na cobrança da penalidade, aos 34, Lindoso deslocou o goleiro e abriu o placar: 1x0 Fogão!

 Aos 39, Pimpão roubou a bola no ataque, Léo Valencia avançou, chutou, mas o goleiro defendeu. Aos 44, Yago lançou para o ataque, Luiz Fernando ganhou do marcador, invadiu a área, mas concluiu em cima do goleiro, perdendo grande chance para ampliar. Tivemos várias oportunidades de gol, mas fomos para o intervalo com a vantagem mínima no placar.

 O alvinegro voltou mais recuado para a etapa final e o time adversário buscava pressionar em busca do empate. Eles tiveram um bom contra-ataque em velocidade pela esquerda, aos 4 minutos, mas na hora da conclusão Yago conseguiu bloquear. Aos 6 minutos eles chutaram uma bola com perigo, que desviou na nossa zaga e saiu para escanteio. Aparentemente cansado, Luiz Fernando foi substituído por Renatinho aos 16 minutos. Aos 17, em cobrança de falta de longe, o chute saiu forte e Jefferson se esticou e mandou para escanteio.

 O time alvinegro não estava chegando com perigo como na 1ª etapa, por outro lado, o time adversário era bem neutralizado por nossa marcação e tentava chutes de longe. Aos 26, Léo Valencia cobrou escanteio pela esquerda, Yago escorou de cabeça do 2º pau para a pequena área, Rabello foi na bola e um marcador cabeceou contra a própria meta: 2x0 Fogão!

 Aos 33 Kieza recebeu na área, cortou o marcador, concluiu de biquinho e a bola saiu rente à trave. Aos 37, Pimpão pediu substituição, entrando Ezequiel em seu lugar. Em seguida, Renatinho puxou contra-ataque, tocou para Kieza, que cortou para o meio, mas chutou em cima da zaga. Aos 39, após escanteio da direita, Rabello dividiu com a zaga, a bola sobrou para Lindoso, livre na área, mas a conclusão foi por cima da meta adversária. Aos 41, Moisés pegou um rebote, chutou cruzado e a bola passou rente à trave. As chances se sucediam. Aos 42, Ezequiel avançou pela esquerda, entrou na área, chutou e o goleiro rebateu para escanteio. Aos 43 Léo Valencia foi substituído por Dudu Cearense.

Escalação/substituições

 Jefferson, Luis Ricardo, Yago, Igor Rabello e Moisés; Lindoso, Matheus Fernandes e Léo Valencia (Dudu Cearense); Luiz Fernando (Renatinho), Kieza e Pimpão (Ezequiel).

 Saudações alvinegras!

domingo, 10 de junho de 2018

Empate na conta da péssima arbitragem


 O empate do Botafogo com o Bahia, por 3x3, em Salvador, podemos colocar na conta da arbitragem. Está virando rotina erros de arbitragem contra o alvinegro. Já havia sido assim contra o Vitória e o São Paulo. O primeiro gol da equipe baiana se deu por meio de uma penalidade máxima inexistente, quando o zagueiro baiano se enroscou com Aguirre, derrubou o nosso atacante e o árbitro foi lá e assinalou o pênalti, aos 46 minutos da etapa inicial, quando vencíamos por 1x0 e, não satisfeito, ainda mostrou o segundo cartão amarelo para Aguirre, automaticamente expulsando o nosso atacante, nos deixando a etapa final inteira com um homem a menos. Ele havia aplicado o primeiro cartão para Aguirre aos 15 minutos, por uma falta no meio de campo, junto da linha de lado, mas uma falta do zagueiro baiano, matando uma jogada na entrada da área deles, não houve a aplicação de cartão. No final, quando estava 3x2, Brenner ganhou do marcador, na bola, iria em direção ao gol, mas foi assinalada uma falta de forma absurda.

 O alvinegro não teve um bom primeiro tempo. A equipe ficou com as linhas bem espaçadas, dando muito campo à equipe da casa. Logo aos 2 minutos eles chegaram com perigo, com a bola cruzando nossa pequena área, mas por sorte ninguém conseguiu tocar nela, que saiu pela linha de fundo. Embora não estivesse fazendo uma boa partida, o Glorioso abriu o placar aos 11, quando Marcinho cruzou a meia altura, Kieza disputou com um zagueiro, que se atrapalhou no lance, a bola ficou com Lindoso na área, que só rolou para Kieza empurrar para as redes: 1x0 Fogão.

 A equipe continuou dando espaços ao adversário, que chegou em uma conclusão aos 27, mas Jefferson fez grande defesa, evitando o empate. Aos 37, em novo arremate, Jefferson salvou novamente, eles ficaram com o rebote, mas o chute foi bloqueado por nossa zaga e a bola saiu para escanteio. Chegamos aos 43, em chute de Moisés, de longe, que o goleiro defendeu firme.

 Aos 45, uma conclusão perigosa e lá estava Jefferson salvando novamente e Marcelo cortando para escanteio. Na cobrança de escanteio, a bola foi para a nossa área, um zagueiro baiano se enroscou e derrubou Aguirre e o juiz marcou de forma equivocada a penalidade e ainda expulsou Aguirre pelo 2º cartão amarelo. Na cobrança da penalidade, aos 48, eles empataram.

 O Botafogo retornou para a etapa final com um jogador a menos e sem modificações, porém melhor compactado em campo. Aos 3 minutos, um susto, quando a bola foi cruzada para a nossa área e Marcelo, que havia subido junto de Rabello, cabeceou de forma perigosa para escanteio. Aos 5, Léo Valencia recebeu na direita e cruzou na medida para Kieza fuzilar de cabeça a meta adversária e desempatar a partida: 2x1 Fogão.

 Aos 12, um jogador baiano recebeu na área, chutou e Jefferson defendeu bem. Aos 21 minutos o treinador alvinegro tirou Lindoso e colocou o volante Marcelo que, sete minutos depois de entrar, recebeu uma bola no campo de defesa, poderia espanar para a frente, mas tentou um toquinho de efeito para Moisés, mas a bola ficou com um jogador adversário, que avançou pela direita, mandou para a área e acabou saindo um chute muito forte, colocado e com ele novo empate: 2x2.

 Aos 29, Pimpão foi substituído por Luiz Fernando. Eles arriscaram um chute forte da meia-lua aos 31, mas Jefferson defendeu firme. Aos 37 foi a vez de Kieza sair para a entrada de Brenner. Luiz Fernando recebeu uma bola no meio de campo, avançou verticalmente em direção à área adversária, foi derrubado e na cobrança da falta, aos 38, Léo Valencia acertou o ângulo e desempatou de novo: 3x2 Fogão.

 O juiz assinalou 4 minutos de acréscimos, mesmo sem ter havido maiores paralisações na etapa final. O jogo, então, iria até aos 49, mas restando 30 segundos, o lateral direito baiano recebeu, Moisés não apertou a marcação, com isso o cruzamento saiu sem muitas dificuldades, Marcinho ficou olhando a bola, não subiu e viu um jogador adversário cabecear ao seu lado e empatar novamente o jogo.

 Nossos laterais têm atuado muito mal. Moisés não voltou bem após a lesão e Marcinho há jogos que não produz quase nada. Com o empate o Botafogo permaneceu na 12ª colocação ao final da rodada. O próximo jogo será quarta-feira, às 21 horas, no Nilton Santos, contra o Atlético/PR. Será o último jogo antes da parada para a Copa do Mundo.

Cartões

 Amarelo para Moisés e Léo Valencia.
 Vermelho para Aguirre (dois amarelos).

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Marcelo Benevenuto, Igor Rabello e Moisés; Lindoso (Marcelo), Matheus Fernandes e Léo Valencia; Aguirre, Kieza (Brenner) e Pimpão (Luiz Fernando).

 Saudações alvinegras.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Atuação fraca e irritante


 E mais uma vez o Botafogo perde pontos para equipe da parte de baixo da tabela, no caso, mais precisamente, para o lanterna. A equipe alvinegra conseguiu nessa 10ª rodada, pela primeira vez no campeonato, terminar a partida sem sofrer gol. No entanto não conseguiu marcar um mísero tento, que garantisse a vitória no Nilton Santos.

 Com uma atuação fraquíssima, desanimadora, irritante, o time alvinegro abusou de ligações diretas, de chuveirinhos, de tocar a bola sem objetividade e não fez por merecer um resultado diferente do 0x0.

 As atuações individuais também deixaram os torcedores bem irritados. Os dois laterais muito mal na partida. Moisés não voltou bem após a contusão e Marcinho não vem conseguindo evoluir e muitos torcedores já perderam a paciência com ele. Além deles, Lindoso, João Pedro, Léo Valencia, Aguirre e o isolado Kieza não conseguiram produzir o que se esperava diante do lanterna da competição.

 Jefferson só teve trabalho em uma cobrança de falta no 1º tempo e Jean talvez tenha sido o único a entregar em campo o que dele se esperava. Ele, desde o jogo contra o Vasco, melhorou a pegada no setor de marcação. Após 10 rodadas, com o time sem mostrar evolução em campo, o sentimento é de preocupação.

 No 1º tempo chegamos ao ataque aos 11 minutos, após cobrança de falta pela direita, que Carli cabeceou para fora. Depois aos 17, quando Aguirre recebeu de Moisés na entrada da área, chutou de virada e mandou por cima. Aos 32, em contra-ataque, Kieza tocou para Léo Valencia, que chutou para fora. Eles chegaram com certo perigo aos 33, em cruzamento da esquerda, com a bola sendo cabeceada por cima da nossa meta. Aos 37, em cobrança de falta de longe, com força, Jefferson se esticou e espalmou. Aos 41 recuperamos uma bola no campo de ataque, Aguirre recebeu, chutou da entrada da área e o goleiro espalmou.

 O time voltou do intervalo e não mostrou qualquer evolução. Aos 11 minutos vacilamos no campo de defesa, Rabello cortou em direção ao meio, mas a bola ficou com um adversário, que chutou e a bola saiu perto da nossa meta. Aos 17 o treinador alvinegro substituiu João Pedro por Renatinho. Nossa primeira chegada somente ocorreu aos 21, em cruzamento de Moisés e conclusão ruim de Kieza de cabeça. Aos 22, contundido, Carli deu lugar a Yago. Aos 26 foi a vez de Aguirre sair da partida para a entrada de Luiz Fernando. Yago, em dividida na área adversária, caiu e precisou de atendimento médico, não retornando para o jogo e, com isso, ficamos com 10 em campo. O jogo ficou aberto, lá e cá, mas sem qualquer organização. Aos 52, em contra-ataque em velocidade, Renatinho conseguiu se antecipar ao jogador adversário que iria concluir e cortou para escanteio, evitando o gol. Em seguida, o Botafogo atacou e após bate-rebate na área, não conseguimos marcar o nosso gol.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli (Yago), Igor Rabello e Moisés; Jean, Lindoso, João Pedro (Renatinho) e Léo Valencia; Aguirre (Luiz Fernando) e Kieza.

 Saudações alvinegras.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Jefferson grava de vez o seu nome na história do Botafogo


 Na vitória sobre o Vasco, o goleiro Jefferson completou 453 jogos vestindo a camisa do Glorioso. Com a marca, nosso Paredão passou a ser, ao lado de Waltencir, o terceiro jogador que mais vestiu a nossa gloriosa camisa.

 Nessa quarta-feira, ao entrar em campo contra o Ceará no Nilton Santos, Jefferson atingirá 454 jogos pelo Botafogo e se isolará na terceira posição, tendo na sua frente “apenas” Nilton Santos (721 jogos) e Garrincha (612 jogos). Com certeza ele se sente honrado em estar gravando de uma vez por todas o seu nome na história do Botafogo. Para nós, torcedores, é uma honra tê-lo nessa galeria de craques.

 Em novembro de 2013 publicamos a postagem Jefferson: vale exaltar o nosso goleiro!, citando notícias relacionadas a propostas recebidas pelo goleiro, inclusive do exterior, e a manifestação dele em querer permanecer. Na mesma postagem resgatávamos o seguinte trecho sobre o goleiro, retirado de uma postagem anterior: "Precisamos de jogadores que se identifiquem com a nossa camisa, que a honrem, que saibam a história do clube e lutem não só para preservá-la, como para continuar a escrevê-la com sucesso".

 Já em janeiro de 2015, na postagem JEFFERSON: vale exaltar o nosso goleiro! (parte 2)”, escrevíamos sobre a demonstração de respeito e identificação com o clube feita por um atleta de seleção brasileira, que se dispunha a disputar a série B do Brasileiro e, mesmo estando com salários atrasados, depositou confiança na nova diretoria, enquanto outros jogadores entravam na justiça para se desligar do clube.

 Que o nosso goleiro tenha a exata noção que a maioria dos torcedores alvinegros o admiram e o respeitam. Lógico que ninguém está imune a críticas, que são normais, desde que coerentes e não feitas de forma agressiva, injusta e até ingrata, conforme alguns poucos fazem, devido a alguns lances de jogo, mas isso não surpreende nesse mundo cheio de intolerância.

 Parabéns a Jefferson pela marca atingida, por ter seu nome escrito na história gloriosa do Botafogo, por ser exemplo de profissional e pelo respeito que sempre demonstrou ao clube.

 Saudações alvinegras!

domingo, 3 de junho de 2018

Com mudança na aplicação e pegada, a vitória veio


 Uma importante vitória do Botafogo nesse sábado, no clássico contra o Vasco, na casa do adversário. O placar foi 2x1 e a vitória foi basicamente construída no 1º tempo, com o alvinegro, diferente das partidas anteriores, tendo apresentado em campo uma mudança na aplicação e com uma pegada maior do que estávamos vendo anteriormente. Lembrando que na rodada anterior o time parecia em ritmo de treino, enquanto o São Paulo parecia disputar uma final, o que fez diferença, ressaltando que o placar foi 3x2, com um gol deles oriundo de penalidade máxima inexistente, ou seja, se tivéssemos a aplicação de ontem o resultado poderia ter sido outro.

 Um fato para essa maior pegada foi nitidamente a presença do volante Jean como titular. Ele não deu espaços aos adversários, chegando junto, mas na bola. Até levou um cartão amarelo aos 40 da 1ª etapa, mas por ter sido obrigado a cometer uma falta junto da linha lateral, para impedir um contra-ataque, após passe na fogueira de Marcinho para Carli, que por sua vez não rifou de primeira e acabou perdendo a bola. Pela falta de ritmo e pela disposição mostrada em campo, Jean sentiu o desgaste e foi substituído aos 16 minutos da etapa final por Marcelo (volante), que não comprometeu.

 A equipe deu a bola ao adversário no 1º tempo, mas bem fechada, marcando bem, não permitiu espaços para o rival, que tocava sem conseguir criar situações de gol. Já o alvinegro dessa vez buscava sair de forma mais objetiva e foi feliz em duas jogadas, abrindo a vantagem de dois gols.

 Com a vantagem, a equipe alvinegra pareceu voltar um pouco mais relaxada para o 2º tempo e o time adversário mais empenhado, buscando imprimir pressão e, com isso, sofremos um gol logo aos 7 minutos, com um jogador recebendo livre na entrada da área e concluído forte. Que a equipe tire como lição que não se pode relaxar em nenhum momento na partida. A atenção precisa ser o tempo inteiro.

 Mal o jogo começou e Jean recebeu na esquerda aos 4 minutos, ganhou do marcador, avançou, cruzou para a pequena área, onde Kieza concluiu para as redes, abrindo o placar. O adversário chegou aos 6, em chute cruzado da entrada da área, que saiu com certo perigo. Aos 12, Marcos Vinícius, lesionado, foi substituído por Pimpão. Poderíamos ter ampliado aos 16, em cruzamento de Moisés, que Carli cabeceou e a bola saiu próximo da trave adversária. Aos 28 Pimpão avançou bem pela esquerda, mas o goleiro foi para a dividida e a bola saiu para escanteio.

 Melhor na partida, o Glorioso ampliou o placar aos 35 minutos, após cobrança de falta de Léo Valencia pela direita, com Rabello subindo, ganhando do marcador e cabeceando para o fundo das redes. A primeira defesa de Jefferson na partida somente aconteceu aos 39 minutos, em chute cruzado, que ele pegou firme.

 Na etapa final a equipe adversária buscou pressionar, imprimindo maior velocidade e o alvinegro um pouco mais relaxado. Eles arriscaram um chute aos 3 minutos, mas Jefferson defendeu bem. Aos 5, após chute de Moisés, o goleiro defendeu sem dificuldade e o time adversário foi para o ataque em velocidade, a bola foi chutada e Jefferson mandou para escanteio. Aos 7, não teve jeito, com um jogador adversário recebendo livre na entrada da área, chutando forte, a bola pegando efeito, Jefferson chegando a resvalar nela, mas não conseguindo evitar o gol.

 A partir dos 15 minutos a equipe alvinegra foi se reencontrando em campo. Aos 17, após falta da direita, Carli raspou de cabeça na área adversária, a bola ficou com Lindoso, mas ele chutou mal, para fora. Aos 19, Marcelo chutou de bem longe e a bola passou rente ao travessão. O time adversário teve uma boa oportunidade aos 22, quando um jogador recebeu na esquerda, foi ao fundo, rolou para trás, mas o atacante chutou por cima.

 Aos 24 o treinador alvinegro substituiu Aguirre, embora tenha se empenhado, tecnicamente ainda foi discreto, entrando Luiz Fernando em seu lugar. O jovem substituto não entrou bem no jogo e em alguns momentos nem parecia ter entrado descansado em campo. Aos 26, em falha do time adversário, Kieza recebeu no ataque, avançou, mas concluiu em cima do goleiro, perdendo excelente oportunidade. Aos 39, outra oportunidade para ampliarmos, quando Pimpão roubou uma bola, rolou para Luiz Fernando chutar, o goleiro espalmar e a zaga cortar para escanteio.

 Que a aplicação desse sábado seja repetida nas demais partidas do campeonato. Nosso próximo jogo será na quarta-feira, contra o Ceará, no Nilton Santos.

Cartões

 Amarelo para Pimpão, Jean, Lindoso e Marcinho;

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Jean (Marcelo), Lindoso, Marcos Vinícius (Pimpão) e Léo Valencia; Aguirre (Luiz Fernando) e Kieza.

 Saudações alvinegras!

quinta-feira, 31 de maio de 2018

O que preocupa é que a derrota não surpreende mais


 O Botafogo foi até São Paulo e está retornando com uma derrota por 3x2 para o time homônimo da capital paulista. É preocupante chegarmos ao ponto de não nos surpreendermos com uma derrota, por já esperá-la. E qual o motivo para pensarmos assim? Simplesmente por que a equipe não vem se apresentando bem já há alguns jogos, não mostra evolução e erra demais, seja em passes, seja em marcação, seja em atenção. Ainda tem mais. O time do São Paulo entrou em campo parecendo disputar um título, enquanto o alvinegro parecia estar em campo treinando, tamanha a diferença de disposição entre as equipes.

 Além de todos os problemas relatados, é o segundo jogo consecutivo que somos prejudicados pela arbitragem. Se contra o Vitória tivemos um pênalti não marcado em ataque nosso, na frente do auxiliar que fica atrás do gol, nessa quarta foi marcada uma penalidade inexistente para a equipe adversária, também em lance na frente do auxiliar que fica atrás do gol. Vencíamos o confronto e o gol no pênalti mal marcado, logo após o nosso gol, também colaborou para a equipe se desconcentrar.

 Mal a partida teve início e João Pedro dividiu uma jogada com um adversário, caiu com as costas no chão e precisou ser substituído por Marcos Vinícius. Aos 10 minutos a equipe adversária acertou um chute no travessão de Jefferson. Aos 15, Lindoso rolou para Léo Valencia na entrada da área e o chileno encheu o pé e marcou um golaço.

 O gol poderia dar maior tranquilidade para a equipe em campo, mas logo depois, aos 18, Carli saiu jogando errado, o time adversário ficou com a bola, que foi na área, Rabello cortou, mas o juiz marcou pênalti, inexistente. Na cobrança, aos 19, a bola passou sob Jefferson e entrou. Não conseguíamos mais criar jogadas de ataque e aos 30 o time adversário atacou pela direita, a bola foi cruzada, passou por Rabello e Carli e sobrou para o atacante, que teve a tranquilidade de se abaixar, escorar com o peito no contrapé de Jefferson e virar o jogo.

 Só voltamos a arriscar alguma coisa aos 45, em chute de Marcos Vinícius, que passou por cima da meta adversária. Aos 48, Lindoso errou um passe, em seguida não conseguiu cortar e o time adversário contra-atacou, a bola foi chutada cruzada da entrada da área, pela esquerda e saiu o terceiro gol.

 No início do 2º tempo a equipe paulista teve um contra-ataque bem parecido com o que gerou o terceiro gol, mas dessa vez o chute cruzado foi defendido por Jefferson. O treinador alvinegro substituiu Luiz Fernando por Aguirre aos 8 minutos. Aos 9, após cobrança de falta pelo lado direito, Marcos Vinícius cabeceou e acertou o travessão. Na sequência dessa jogada, o time paulista contra-atacou em velocidade, mas a bola acabou saindo após o atacante tentar tirar de Jefferson.

 Aos 12 minutos, após cobrança de falta perigosa para a equipe paulista, Jefferson saltou e mandou para escanteio. Aos 22, em jogada de escanteio, a bola foi cabeceada no cantinho e Jefferson se esticou e espalmou, evitando o gol.

 A equipe adversária, com boa vantagem no placar, recuou bastante, deu campo ao Botafogo e esperava a chance para contra-atacar e ampliar o placar. Aos 34 o treinador alvinegro sacou Lindoso e colocou Pimpão. Três minutos após entrar, Pimpão escorou de cabeça um cruzamento de Léo Valencia, em cobrança de falta e diminuiu o placar para o alvinegro.

 Individualmente, destaco apenas Léo Valencia nesse jogo. A zaga falhou, os laterais muito mal, os volantes erraram muito. Os atacantes nas poucas bolas que receberam não produziram.

Cartões

 Amarelo para Marcos Vinícius, Matheus Fernandes e Joel Carli.
 Foi o 3º amarelo de Matheus Fernandes, que não enfrentará o Vasco no sábado.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Lindoso (Pimpão), Matheus Fernandes, João Pedro (Marcos Vinícius) e Léo Valencia; Luiz Fernando (Aguirre) e Kieza.

 Saudações alvinegras.

domingo, 27 de maio de 2018

O Botafogo parece utilizar a tática "arame liso"


 O Botafogo recebeu o Vitória no Nilton Santos e não passou de um empate por 1x1, jogando dois pontos fora e terminando a rodada em 12º, uma posição abaixo da rodada anterior, lembrando que há duas rodadas estávamos em 6º. A equipe teve a semana inteira para treinar, mas não mostrou evolução em campo, pelo contrário, parece que estamos vendo uma involução.

 Hoje o time alvinegro entrou em campo tendo mais posse de bola, cercando o adversário, mas de forma totalmente sem objetividade, o que podemos chamar de cercar com “arame liso”, ou seja, sem causar qualquer problema ao adversário. Muitos toques para o lado e para trás. Sem qualidade para infiltrar na defesa adversária, geralmente a bola era devolvida ao nosso campo de defesa, para os zagueiros ou para Jefferson. Numa dessas, aos 38 minutos da 1ª etapa, Bochecha, dentro do grande círculo, atrasou desnecessariamente para Jefferson, que tocou para Marcinho, mesmo este não estando livre, e nosso lateral pareceu ir para a bola com menos vontade que o adversário, que roubou a bola, avançou e rolou para um companheiro apenas empurrar para as redes e abrir o placar. Falha tripla e lamentável.

 Ainda no 1º tempo, se não tínhamos a capacidade de criação, Jefferson se viu obrigado a dar um chutão em direção ao ataque, aos 43 minutos, com Kieza ganhando do marcador na corrida, entrando na área e enchendo o pé para empatar a partida. Fora isso, na 1ª etapa, somente tivemos um chute de Luiz Fernando aos 46 minutos, por cima da meta adversária.

 O Botafogo voltou do intervalo com Aguirre na vaga de Bochecha. Aos 5 minutos Aguirre dominou no meio de campo, abriu para João Pedro na meia direita, que avançou, entrou na área, cruzou e o zagueiro cortou para escanteio. Aos 11 o uruguaio recebeu fora da área, poderia abrir para Luiz Fernando livre pelo lado esquerdo, mas preferiu chutar e o goleiro defendeu em dois tempos.

 Mesmo sem se destacar, João Pedro tentava fazer a ligação do meio com o ataque, mas o treinador alvinegro o sacou aos 12 minutos e colocou Ezequiel, que tem como característica atuar pelo lado e avançado. Com a mexida, a equipe que parecia ter voltado um pouco melhor após o intervalo, caiu muito, ficando espaçada em campo. Aos 30, nova mexida, dessa vez foi Luiz Fernando que saiu, entrando Léo Valencia.

 Mesmo sem se encontrar na partida, o alvinegro poderia ter saído com a vitória, já que aos 37 minutos Lindoso perdeu grande oportunidade, após cruzamento de Léo Valencia e participações de Aguirre e Rabello, com a bola sobrando livre para o nosso volante, que chutou para fora. Aos 40, após cobrança de falta de Léo Valencia, o mesmo Lindoso, livre, cabeceou em cima do goleiro.

 Uma atuação muito ruim do Botafogo. É preocupante o que a equipe produz (ou não produz) em campo.

Cartões

 Amarelo para Matheus Fernandes.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Yago, Igor Rabello e Moisés; Lindoso, Matheus Fernandes, Bochecha (Aguirre) e João Pedro (Ezequiel); Luiz Fernando (Léo Valencia) e Kieza.

 Saudações alvinegras.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Ofensivamente inofensivo


 O Botafogo foi a Minas enfrentar o América e retornou com uma derrota amarga, chata, desagradável, por 1x0. Era jogo para ir e buscar a vitória, principalmente para quem tem, ou pelo menos deveria ter, maiores pretensões na competição. A atuação e a postura extremamente recuada não parecem ter sido de uma equipe que busca galgar estar entre os primeiros ao final do campeonato. Uma chance boa de gol no 1º tempo e outra nem tão boa assim no 2º. Essa foi a produção ofensiva do Botafogo em Belo Horizonte. Aliás, o time alvinegro já há alguns jogos não tem atuado bem. Inclusive no clássico, que terminou com resultado positivo para nós.

 Nos falta um jogador para criar situações de gol, para articular jogadas ofensivas, para ser o diferencial do meio para a frente. Renatinho, aberto pela esquerda, pouco produziu. Kieza o substituiu e também não conseguiu apresentar nada significativo em campo. Brenner, isolado, e Aguirre, idem. Luiz Fernando ainda não retornou ao estágio que estava antes da contusão no estadual. Temos tido semanas cheias de treinamento e não conseguimos ver evolução em campo. Isso preocupa.

 No 1º tempo arriscamos chutes aos 6 e 11 minutos, com Bochecha e Luiz Fernando, ambos para fora. A melhor jogada do time alvinegro no jogo aconteceu aos 34 do 1º tempo, quando Lindoso lançou um bolão para Luiz Fernando na direita, que avançou, cortou um marcador, cruzou na pequena área, Brenner esticou a perna, escorou, o goleiro rebateu, a bola sobrou para Renatinho, mas seu chute foi bloqueado.

 Na etapa inicial, o time adversário somente chegou com certo perigo aos 39 minutos, quando a bola foi chutada da esquerda e Jefferson defendeu firme. Aos 45, a bola circulou com perigo pela nossa área, mas o time adversário não aproveitou. Um minuto depois, Marcinho chutou cruzado, mas para fora.

 Na etapa final um jogador mineiro recebeu na área, pelo lado esquerdo, chutou sob marcação de Rabello e acertou a rede pelo lado de fora. Sem conseguir criar situações de gol, o treinador alvinegro fez duas substituições aos 19 minutos, tirando Renatinho e Brenner e colocando Kieza e Aguirre. O alvinegro passou a frequentar um pouco mais o campo defensivo do time mineiro, mas sem ser objetivo. Aos 23, Luiz Fernando pegou uma sobra na área, pela direita, mas chutou muito mal, para fora.

 O Botafogo não conseguia chegar com perigo e o time mineiro também não assustava, mas aos 32 o atacante adversário recebeu na entrada da grande área e mesmo cercado por três marcadores, cortou Rabello e achou um companheiro livre, próximo da marca de pênalti, que somente teve trabalho de chutar no cantinho e marcar o gol da vitória mineira. O treinador alvinegro, logo após o gol, substituiu Gilson por Moisés, mas não conseguimos evitar a derrota.

Cartões

 Amarelo para Luiz Fernando, Joel Carli, Bochecha e Aguirre.
 Foi o terceiro amarelo de Joel Carli, que está fora da próxima rodada.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson (Moisés); Lindoso, Matheus Fernandes, Bochecha e Renatinho (Kieza); Luiz Fernando e Brenner (Aguirre).

 Saudações alvinegras.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Vitória na conta de Jefferson


 Podemos creditar a vitória por 2x1, no Nilton Santos, diante do Fluminense, à atuação de Jefferson. O nosso goleiro fez defesas difíceis e importantes e ajudou muito para que saíssemos com a vitória no clássico. Das defesas de Jefferson, podemos citar:

- aos 14 minutos do 1º tempo, em chute da entrada da área, Jefferson mandou para escanteio;
- aos 19, um jogador adversário recebeu na área, girou o corpo, chutou e Jefferson espalmou;
- aos 28, eles atacaram rápido, mas Jefferson mandou o chute para escanteio;
- aos 47, ainda da 1ª etapa, um adversário recebeu na área, cortou Rabello, chutou e Jefferson salvou;
- aos 8 minutos do 2º tempo, após um chute forte de fora, Jefferson rebateu; 
- aos 42 minutos, um jogador adversário pegou um rebote na entrada da área, pelo lado esquerdo, chutou colocado e Jefferson se esticou e espalmou para escanteio, evitando o gol de empate.

 O Botafogo fez um 1º tempo bem ruim. O time deixou muito espaço pelo lado esquerdo e o time adversário explorou bastante o setor. O alvinegro não conseguia sair jogando da defesa para o ataque, errando bastante. Nossa primeira chegada somente aconteceu aos 23 minutos, em chute de Lindoso, que o goleiro defendeu com tranquilidade. Já aos 25, Brenner recebeu na entrada da área, pelo lado esquerdo, abriu um bolão para Marcinho na direita, que cruzou na medida para Lindoso cabecear no canto e abrir o placar.

 O time adversário criou boas situações de gol, mas esbarrou em defesas de Jefferson, citadas no início da postagem. Aos 33 Jefferson não pode fazer nada, em bola lançada para a entrada da pequena área, com o atacante, mesmo marcado por Carli, conseguindo escorar com o peito para empatar o jogo.

 Renatinho, mal no 1º tempo, foi substituído por Bochecha no intervalo. O time voltou melhor postado defensivamente, mas ainda assim o adversário assustou aos 4 minutos, em boa jogada pela esquerda, com a conclusão indo para fora. Luiz Fernando armou bom ataque aos 12, mas ao entrar na área, passou errado. Aos 17 Lindoso acertou belo passe para Gilson, que cruzou rasteiro da esquerda, mas o zagueiro se antecipou a Luiz Fernando e mandou para escanteio. A seguir, após escanteio da direita, Kieza subiu muito e cabeceou para as redes, desempatando a partida. O alvinegro poderia ter ampliado aos 27, quando Brenner recebeu na entrada da área, girou o corpo, chutou e o goleiro mandou para escanteio.

 Aos 32, o treinador alvinegro tirou Brenner e promoveu a estreia do uruguaio Aguirre. O treinador adversário fez substituições buscando colocar o time para a frente, em busca do empate. Aos 35 Rabello mandou para escanteio, em um ataque perigoso do time adversário. Aos 37, um atacante recebeu livre na grande área, concluiu de primeira e mandou por cima, perdendo grande chance. Aos 39 Lindoso foi substituído por Jean. O Botafogo segurava a pressão adversária e Jefferson ainda praticou uma excelente defesa aos 42, em jogada relatada no início do texto.

 É preciso outros jogos para poder analisar a participação de Aguirre, pois hoje, quando entrou, o time estava bem recuado e ele pouco foi acionado.

Cartões

 Amarelo para Renatinho e Joel Carli.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Lindoso (Jean), Matheus Fernandes, Renatinho (Bochecha) e Luiz Fernando; Kieza e Brenner (Aguirre).

 Saudações alvinegras!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Desnecessariamente sofrido


 O empate diante do Audax Italiano, por 1x1, no Nilton Santos, garantiu ao Botafogo a classificação para a próxima fase da Copa Sul-Americana, porém o avançar de fase foi desnecessariamente sofrido. Enfrentando um adversário fraco tecnicamente, o alvinegro, com a vantagem por ter vencido a partida no Chile por 2x1, subiu ao gramado e iniciou a partida aparentemente em ritmo de treino, como se a fatura já tivesse liquidada e, por sorte, não recebeu um castigo no final do jogo, que seria uma vergonha e tanto.

 Se tivéssemos enfrentado um adversário melhor a classificação poderia não ter acontecido? Talvez, embora contra um adversário melhor o time alvinegro, possivelmente, teria outra postura em campo, com mais capricho, com mais atenção e sem afobação.

 Foram várias ligações diretas da defesa para o ataque, exatamente porque o nosso meio não funcionava, Renatinho não conseguia fazer a ligação e Lindoso não esteve bem no jogo. As jogadas pelos flancos também não eram produtivas, mas Luiz Fernando, embora voltando de contusão, esteve melhor que Léo Valencia. Marcinho foi outro que não esteve bem na partida. Se tiver que destacar alguém do nosso time, essa pessoa é o zagueiro Joel Carli, que não brinca em serviço.

 Mesmo com tantos problemas, o que mais pesou para o sufoco e o risco no final da partida foram os gols perdidos, um por Matheus Fernandes, outro por Kieza e outro por Pimpão, embora o adversário também tenha perdido um, praticamente sem goleiro.

 No 1º tempo o time chileno chegou aos 11 minutos, em cobrança de falta, com a bola atravessando a nossa área e saindo com perigo. O time alvinegro somente chegou com certo perigo aos 31, em cruzamento de Léo Valencia, que Rabello cabeceou para fora. Só conseguimos chutar a gol aos 44, com Léo Valencia, de dentro da área, mas o arremate foi fraco e o goleiro defendeu com tranquilidade. Aos 45 Brenner recebeu na direita, avançou, entrou na área, cruzou rasteiro, o zagueiro desviou e Léo Valencia não conseguiu concluir.

 Voltamos do intervalo com a mesma formação. Logo aos 5 minutos da etapa final, Renatinho chutou de longe e o goleiro defendeu em dois tempos. Aos 7, Brenner avançou pela esquerda, cortou a marcação, mas chutou por cima. Aos 13, Matheus Fernandes recebeu de frente para a área, arriscou o chute e abriu o placar para o alvinegro.

 Aos 18 o treinador alvinegro substituiu Léo Valencia por Kieza. Dois minutos após entrar, Kieza avançou pela esquerda, foi ao fundo, tocou para trás, Brenner escorou e acertou a trave. Aos 21 foi a vez de Pimpão substituir Luiz Fernando. Aos 26 Matheus Fernandes ganhou de um adversário no meio, avançou livre, concluiu, a bola foi desviada e saiu para escanteio. Aos 29, a bola foi na nossa área e sobrou livre para um adversário, com Jefferson caído, mas a conclusão, para nossa sorte, foi por cima.

 Aos 34 minutos Brenner saiu para a entrada de Jean. Aos 37, Kieza roubou uma bola no campo de defesa, avançou livre, entrou na área, mas preferiu rolar para Lindoso, com o passe saindo curto e o marcador cortou para escanteio. A velha máxima de “quem não faz, leva” se fez presente aos 39 minutos, com um jogador chileno arriscando de fora da área e empatando a partida.

 Tanto o placar, quanto a classificação, ficaram abertos. Poderíamos ter liquidado a fatura aos 44, quando Pimpão recuperou uma bola perto da linha de meio de campo, avançou, mas vendo a saída do goleiro, tentou encobri-lo e perdeu mais uma chance. Eles ainda tiveram um escanteio para cobrar no último lance do jogo, mas conseguimos segurar o resultado.

Cartões

 Amarelo para Brenner, Jefferson e Carli.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Lindoso, Matheus Fernandes, Renatinho e Léo Valencia (Kieza); Luiz Fernando (Pimpão) e Brenner (Jean).

 Saudações alvinegras.

domingo, 6 de maio de 2018

Faltou aquele algo a mais


 Jogando em Minas pela 4ª rodada do Brasileiro, o Botafogo foi derrotado pelo Cruzeiro por 1x0. O adversário, atuando em casa, mereceu a vitória? Pelo que foi o jogo, não. A partida foi igual. Um pouco mais de posse de bola para eles é normal, já que atuavam em casa. A questão é que em futebol o que vale é a bola na rede e, em falha de marcação do time alvinegro, eles marcaram o gol deles.

 Faltou à equipe alvinegra aquele algo a mais para ter saído de Minas com um resultado melhor. Apesar de bem postado em campo, o time alvinegro não conseguiu dar sequência nas jogadas pelos flancos, já pelo miolo faltou alguém com qualidade de drible, que pudesse criar boas situações de gol.

 Pimpão não rendeu na 1ª etapa atuando pelo lado direito e saiu no intervalo para a entrada de Luiz Fernando, que, retornando de contusão, estava mais para aquele jogador recém chegado ao clube, tímido, sem produzir muito, do que o que vinha começando a se destacar nos jogos finais do Estadual.

 Pelo lado esquerdo, Léo Valencia apareceu em algumas jogadas até por volta dos 30 minutos da etapa inicial, depois foi sumindo no jogo. Foi substituído aos 20 minutos do 2º tempo por João Pedro. O jovem estreante não mostrou muito, já que foi pouco acionado pelos companheiros. Brenner também não esteve inspirado, errando bastante nas jogadas de pivô. Kieza entrou aos 30 minutos, no lugar de Lindoso, e pouco foi notado em campo. Já Renatinho esteve bem tímido na partida.

 No 1º tempo, a melhor oportunidade de gol foi nossa, aos 19 minutos, com Léo Valencia cobrando falta no bico da grande área e acertando o travessão, com a bola saindo a seguir. O time adversário chegou aos 29, em chute de longe, com Jefferson mandando para escanteio. Aos 46, em escanteio pela esquerda para a equipe mineira, a bola foi cabeceada com força e passou por cima do travessão.

 Na etapa final, a equipe adversária assustou aos 19 minutos, em chute da grande área, com Jefferson rebatendo e Gilson cortando para escanteio. Aos 22, Rabello atravessou mal uma bola, gerando um contra-ataque, um jogador adversário recebeu, chutou e Jefferson salvou. O time alvinegro não conseguia criar situações de gol e acabou sofrendo um aos 27, em jogada de escanteio, com o zagueiro partindo da entrada da grande área em direção à pequena, sem ser importunado, cabeceou forte e marcou o gol, que viria a ser o da vitória. Aos 36 não conseguimos despachar uma bola na defesa, um jogador mineiro chutou e Jefferson espalmou, evitando o segundo gol. Quase empatamos nos acréscimos, quando Gilson cruzou, um zagueiro tentou cortar e quase marcou contra, mas o goleiro estava atento e mandou para escanteio.

 Agora teremos o jogo da volta pela Copa Sul-Americana, quarta-feira, contra o Audax Italiano, no Estádio Nilton Santos.

Cartões

 Amarelo para Lindoso, Gilson, Luiz Fernando e Matheus Fernandes.

Escalação/substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Lindoso (Kieza), Matheus Fernandes, Renatinho e Léo Valencia (João Pedro); Pimpão (Luiz Fernando) e Brenner.

 Saudações alvinegras.

sábado, 28 de abril de 2018

Vitória na base da persistência


 Enfim, na terceira rodada, saiu a primeira vitória alvinegra no Brasileiro. O adversário foi o Grêmio, que atuou com a equipe quase toda reserva, o local, estádio Nilton Santos, o placar, 2x1, com direito a gol da vitória aos 46 minutos do 2º tempo, um golaço de Gilson.

 O 1º tempo foi bem movimentado e com o alvinegro atuando bem e quase chegando ao primeiro gol logo aos 2 minutos, com Matheus Fernandes mandando na trave. A boa equipe adversária também teve sua chance aos 12, mas a conclusão foi por cima da meta de Jefferson. Voltamos a assustar aos 19, após escanteio da direita, que Rabello cabeceou e o goleiro mandou para escanteio. A equipe alvinegra encontrava espaços na defesa adversária, como aos 34, quando após cruzamento da esquerda, um zagueiro cortou parcialmente, Brenner chutou de primeira e o goleiro defendeu em dois tempos. Um minuto depois, o mesmo Brenner recebeu no bico da grande área, pelo lado esquerdo, puxou para o pé direito, chutou colocado no canto, a bola tocou na trave e entrou: 1x0 Fogão!

 Mal deu tempo de comemorar o primeiro gol, já que aos 37, em jogada de escanteio, um jogador adversário dividiu no alto com Rabello, a bola bateu no rosto do zagueiro e foi em direção à nossa meta, sem chances para Jefferson: 1x1. Tivemos boa produção ofensiva, mas não aproveitamos as oportunidades e fomos para o intervalo com o empate apenas.

 O Botafogo voltou para o 2º tempo com Marcos Vinícius na vaga de Léo Valencia. O chileno e Pimpão produziram pouco na etapa inicial.

 Diferente do 1º tempo, o ritmo diminuiu na etapa final. O jogo ficou mais amarrado e a equipe adversária tentou alugar um pouco mais o nosso campo defensivo. Aos 20 minutos, Pimpão sentiu uma lesão e foi substituído por Ezequiel.

 A primeira oportunidade de gol no 2º tempo foi da equipe gaúcha, aos 23 minutos, quando um jogador recebeu livre, próximo da marca de pênalti, mas chutou por cima. Aos 25 minutos foi nessa vez de chegar, com Gilson cruzando da esquerda e Ezequiel, na pequena área, concluindo mal e perdendo o gol.

 A torcida pediu por Kieza e o treinador alvinegro o colocou em campo aos 36, na vaga de Brenner. O jogo caminhava para mais um empate, mas aos 46, mostrando a persistência dessa equipe, Ezequiel pegou uma sobra na entrada da área, rolou para trás, para Gilson, que chutou colocado, no ângulo superior do goleiro e marcou um golaço: 2x1 Fogão!

 Uma boa partida do Botafogo, principalmente no 1º tempo. Hoje tivemos o retorno de Renatinho. Esperamos agora pelos retornos dos demais contundidos, além da estreia de Aguirre, para encorpar a equipe.

 Nosso próximo jogo será domingo, em Belo Horizonte, contra o Cruzeiro.

Cartões

 Amarelo para Carli

Escalação/Substituições

 Jefferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Lindoso, Matheus Fernandes, Renatinho e Léo Valencia (Marcos Vinícius); Pimpão (Ezequiel) e Brenner (Kieza).

 Saudações alvinegras!